Livros e leituras

Criei um laboratório no papel e descobri algo incrível.

Please log in or register to do it.

Você está prestes a entrar em um lugar fascinante. Um lugar onde a realidade se mistura com a ficção. Um lugar onde a imaginação não tem limites. Um lugar onde as grandes questões da vida são exploradas de forma criativa e inteligente.

Este lugar é o meu laboratório. Mas ele não é um laboratório comum. Ele não tem tubos de ensaio, microscópios ou computadores. Ele tem contos, histórias, e projetos.

São histórias de todos os tipos e gêneros. Algumas são simples e leves, pensadas para quem quer relaxar com uma boa leitura. Outras são fantásticas e fictícias, que desafiam os limites da imaginação. O narrador é livre para criar o que quiser, sem se prender a nenhuma regra.

Este é o meu laboratório. Ele foi construído com papel, lápis e algumas ideias. Começou com a redação de uma história, virou um projeto literário e se tornou um laboratório. Aqui a literatura funciona como um laboratório de ensaios sobre as grandes questões da vida.

Este laboratório é divertido e inteligente. Eu posso criar qualquer coisa. Ou quase. Porque, na verdade, nada é totalmente arbitrário. Não é raro se deparar com travas lógicas intransponíveis. E é isso que se aprende com a construção de uma narrativa: pensar. Pensar não apenas sobre que se pretende criar, mas também sobre o processo criativo em si.

A minha primeira experiência foi ousar escrever um romance no qual o personagem tenta provar que está vivo. Eu não tinha um plano prévio, apenas uma ideia inicial. Eu fui construindo a narrativa aos poucos, seguindo as pistas que ela me dava. Quando surgiam os problemas, eu fazia pesquisas para buscar ideias para possíveis soluções.

Após reunir uma série de provas de que estou vivo, percebi que elas são tão frágeis quanto eu. As provas também morrem. E este se torna o problema maior. Este é também o maior problema da ciência: a fragilidade e limitações do método científico.

Em 2021, o Instituto Bigelow lançou um concurso internacional convidando pessoas a escreverem sobre a melhor evidência científica sobre a existência de vida após a morte.

Esta pode ser considerada uma missão impossível. Mas são exatamente desafios como estes que trago para o laboratório. Fiz uma série de considerações sobre um outro mundo possível e levantei perguntas como esta: se a evidência morre, ela pode ser considerada válida como uma evidência de que há vida após a morte?

O regulamento do concurso não estabelecia nenhum critério para avaliar isso.

Eu só consegui identificar este problema importante por causa das experiências adquiridas no laboratório literário. Me aprofundei na questão, fiz uma pesquisa e o resultado foi a identificação de uma evidência científica sobre a existência de vida após a morte, que não morre.

A literatura pode ser usada para explorar e compreender a realidade, oferecendo-nos novas perspectivas e insights sobre as grandes questões da vida. A literatura pode ser usada para criar mundos alternativos que nos permitem explorar possibilidades que não existem no mundo real. O narrador pode moldar a maneira como a realidade é representada no texto. Essa moldagem pode nos ajudar a entender melhor as grandes questões da vida.

Entre e conheça o meu laboratório. Inspire-se em nossos textos. Aventure-se. Apaixone-se. Desenvolva-se. Quem sabe você não encontra a resposta que procura? Ou quem sabe você não cria a sua própria pergunta?

Quer só conversar? Aceita conversar com o autor? Eu estou aqui para ouvir você. Me conte o que você pensa sobre as grandes questões da vida. Me conte o que você gostaria de criar. Me conte o que você espera do meu laboratório online. O meu laboratório também é seu. 🤗

Como as células do seu corpo podem ensinar você a tomar as melhores decisões da sua vida
Você prefere perder ou vencer? A resposta pode surpreender você