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Você prefere perder ou vencer? A resposta pode surpreender você

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Eu criei uma vivência situacional utilizando o jogo de xadrez em grupo para ensinar meus alunos sobre tomadas de  decisões inteligentes e estratégicas visando alcançar determinada finalidade.

A atividade funciona assim: divido os participantes em duas equipes de até oito pessoas cada. Cada equipe recebe um conjunto de peças de xadrez, os jogadores negociam e cada um escolhe uma peça para ser sua. 

Eu deixo bem claro uma regra especial: somente o dono da peça pode movê-la no tabuleiro.

O objetivo é simples: vencer o jogo. Mas o que acontece na prática é muito mais complexo e revelador.

Na maioria das vezes, quem não sabe jogar xadrez acaba ficando com as peças menos valorizadas, como os peões. Quem sabe jogar xadrez fica com as peças mais poderosas, como a rainha e os bispos.

Os peões representam os recursos limitados, os desafios e as restrições que enfrentamos. Frequentemente, são os primeiros a serem sacrificados, os últimos a serem valorizados e os mais suscetíveis a ataques.

Os jogadores que ficam com os peões geralmente seguem as ordens dos outros, sem questionar, sem entender, sem se expressar. Eles se sentem inseguros, impotentes e insignificantes.

Observo atentamente o comportamento dos jogadores durante a partida. Vejo como eles se posicionam, como eles se comunicam, como eles reagem. Anoto tudo em um caderno.

E então, inevitavelmente, uma peça é eliminada do jogo. Quase sempre, é um peão. O dono da peça expressa  frustração, por sair do jogo, mas ao mesmo tempo demonstra alívio por se livrar de uma situação desconfortável.

Interrompo o jogo e faço uma pergunta ao jogador que perdeu a peça:

  • Você prefere perder ou vencer?
  • É claro que eu prefiro vencer, né, professor.
  •  Perfeito. Mas por que você escolheu perder?

Após ver o rosto de espanto com a pergunta, ouço uma resposta padrão:

  • Eu não escolhi perder. Eu não sei jogar. Fiz o que me mandaram.
  • Mas você fez os movimentos. A decisão última é sua.

O silêncio é total. Então eu explico que a gente busca segurança e apoio em determinadas verdades. Eu não sei jogar, logo, é natural que eu tenha as menores chances, seja o primeiro a sair e encare isso como natural. O não saber se torna  uma verdade que justifica tudo, inclusive o fracasso.

Escolhemos perder quando acreditamos que o simples desejo de vencer ou de ser feliz é suficiente. Quando pensamos que o universo conspira a nosso favor ou que a vida é um jogo de sorte, e que não temos controle sobre o resultado.

A gente escolhe perder quando faz uma escolha qualquer, de qualquer maneira, sem se dar conta de que as decisões são determinantes na construção de quem somos, de onde queremos estar, vitoriosos ou fracassados.

Mesmo aqueles que sabem jogar podem escolher perder quando se tornam tão obcecados pela ‘vitória’ que colocam o prêmio acima das pessoas. Eles escolhem perder quando se protegem, sem perceber que há membros da equipe lutando para sobreviver, sem entender completamente o jogo. Vale tudo em nome da vitória ou de uma causa, inclusive sacrificar um membro da equipe.

A gente escolhe perder quando cada um adota a sua própria estratégia e busca a sua própria vitória, deixando com que a disputa crie um inimigo interno, enfraquecendo a equipe. Famílias, empresas, comunidades  e nações escolhem perder quando as suas escolhas não priorizam as pessoas..

  • Mais uma pergunta: por que você .escolhe mover a sua peça sem saber direito o que está fazendo?
  • Mas, podia não mover?
  • Claro. A peça é sua ,  lembra-se? O objetivo da regra “somente o dono da peça pode movê-la” é proteger quem não sabe jogar. É também um poder absoluto, porque ninguém mais pode fazer isso por ele.

Você escolhe perder quando não se dá conta do poder que tem e que está na sua mão. Ou quando o despreza. Ou quando acha que nunca é suficiente.

A atividade é mais do que um simples jogo porque ela reflete muito da realidade. Muitas pessoas vivem como peões, sem saber o seu valor, o seu potencial, a sua importância.

Muitas pessoas vivem sem saber que são incríveis por natureza e não fazem ideia do poder que possuem.

Para mudar esta triste realidade, eu criei  um curso inovador, especial, fundamentado em pesquisa científica. O curso é para você que quer escolher vencer, descobrir o seu potencial, o seu valor, o seu propósito,

O curso é para você se libertar das limitações que te impedem de brilhar. O curso é para você se tornar o protagonista da sua história.

O curso tem o seguinte título: “Por que você é tão incrível assim?”

Você vai aprender que as células do seu corpo são inteligentes, fazem análises e tomam decisões críticas e complexas. Você vai aprender que as células competem e cooperam entre elas e utilizam estratégias bem elaboradas para as tomadas de decisão.

Há alguns conhecimentos que não farão nenhuma diferença na sua vida. Mas há outros que são imprescindíveis. Há conhecimentos que são a diferença entre perder e vencer.

Sem conhecimento é possível escolher vencer. 

Depois da conversa eu proponho uma nova experiência, um novo jogo. Quem não sabe jogar xadrez continua sem saber. Mas você acha que eles são os mesmos de antes? Você acha que os resultados serão os mesmos?

É uma diferença como essa que o curso “Por que você é tão incrível assim?” vai fazer na sua vida.

Criamos um curso incrível para você com conteúdos relevantes e exclusivas.

Você escolhe perder ou vencer?

Agora é com você. Agora é a sua vez. Faça um movimento inteligente que só você pode fazer.

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